Damon Albarn Says New Blur Record "May Never Come Out," Band Didn't Finish Because It Was "Too Hot" Outside

This is the best lame excuse I’ve seen in a while.

I’d do some more work on it. I like making records in short periods of time if I can. It was a different process with ‘Everyday Robots’ because that was really thought out, but sometimes it’s great to get some amazing energy and do something in 10 days. There was too much commuting between where we were staying and where we were recording and it was a bit too hot. I think that’s why we didn’t get it finished.

Valesca e Teoria Crítica

Em sala de aula, seus alunos analisam as letras das músicas e debatem sobre a realidade retratada nas canções, sob a ótica dos autores de Teoria Crítica, Theodor W. Adorno e Hernert Marcuse. Para a pedagoga, que concluiu o mestrado no curso “Educação: História, Política, Sociedade”, apesar das críticas, é preciso avançar e entender como o fenômeno do funk está impactando a juventude, especialmente a das favelas.

Hm. É essa a definição de marxismo cultural, acredito.

No Nodata, dois discos lado a lado: um da FKA twigs, outro do Goat.

Escolhi baixar o do Goat.

The culture makes a dictum of authenticity and a near tyranny of the “genuine,” so that anyone who capitalizes on untruths is sinning against the virtue of transparency. We so often destroy people who are truly themselves in all their brokenness, yet loathe those, like Lana, who can tell a whole lie (or at least make many music critics think she’s “fake”). But artifice is not only armor, and performance is not the same as faking it. It’s a salve against day-to-day cruelty to rewrite reality, to build pretty, fictional worlds to live inside for a time, because the alternative is to writhe in agony without them

Die 4 U – The New Inquiry (via nathanjurgenson)

(via fuckyeahwordsonmusic)

Fama

“A Britney careca usou Neutrox!”

Eu não lembro exatamente do contexto em que eu escutei esta frase pela primeira vez. Bem, se a minha memória não estiver falhando agora, deve ter sido numa aula de inglês. Foi no fim de 2007 e eu estava na sexta série do ensino fundamental.

Foi um tipo de brincadeira sem graça. Britney Spears tinha acabado de raspar a cabeça e ela tinha saído nos noticiários sensacionalistas naquele fim de semana inteiro. Daí bater no carro de um fotógrafo com um guarda-chuva era só questão de tempo.

Voltando à aula de inglês: quando uma colega de classe minha citou a marca do cosmético para cabelo, eu não tinha a menor ideia do que se tratava. Bem, eu precisava saber o que era aquilo. De qualquer forma, como qualquer criança (hm, adolescente) faria, eu ri como se tivesse entendido tudo. Afinal, a frase tinha um ritmo legal se repetida ao infinito.

Eu cheguei em casa. Eu não sabia o que tinha acontecido com Britney, até porque eu não gostava da celebrity culture da forma com que eu a conhecia até o presente momento (não, eu não sabia da existência de um show como The Simple Life ainda).

Quando eu finalmente descobri o que tinha acontecido, as minhas reações foram diversas. A primeira foi indiferença. A segunda, se eu me lembro bem, era de espanto. Depois veio o deboche. Logo, enfim, veio a dó.

Quem diria que somente com Blackout as coisas fariam sentido novamente — ou deixariam de fazer, até porque aquele disco não segue nenhuma narrativa coesa.